Subscrever:
Enviar comentários (Atom)
É sabido que comboios completos de pensamento atravessam instantaneamente as nossas cabeças, na forma de certos sentimentos, sem tradução para a linguagem humana, menos ainda para uma linguagem literária... porque muitos dos nossos sentimentos, quando traduzidos numa linguagem simples, parecem completamente sem sentido. Essa é a razão pela qual eles nunca chegam a entrar no mundo, no entanto toda a gente os tem. Fiodor Dostoievski, in 'Uma Anedota Sórdida'
19 Pensamentos:
Album de memórias que abriste para mim em tons de saudade. As afinidades existem.
olá sofia,
bons pensamentos.
gosto muito de aqui passar.
abraço,
scaramouche.
Porque há notas soltas por aí que prendem as palavras mais importantes. São como fotografias. Roubam-nos a alma.
Dissolvendo o tempo, tornando presente o passado.
tenho um album excelente dele, tens toda a razão.
[ sofia tb ? :) ]
Sou!? Serei apenas um desalinhado?
Pensador fugitivo ao agreste sonho
Uma pedra pensante no meio da ilha
Meio Homem, meio Arcanjo, um ser bisonho
Convido-te a navegares esta vaga de sentires
Bom fim de semana
Mágico beijo
erik satie. durante muito tempo foi a minha inspiração*
aceito o teu satie na minha oração. obrigado pela empatia. beijinho, sofia. J.
Estiveste mesmo? Conseguiste reconhecer o local?
Engraçado... já tinha saudades de te ler.. Encontrie-te outra vez que bom :)
Tons de sépia-sonho.. gostei!
Um beijo
beijão poderoso!!!
Tive de escrever um texto sobre o que essa musica me fazia sentir. Foi um belo exercicio, um dia publico.
Obrigado pela partilha!
esta
para mim
é tom de pele
...
Um abraço,
sim, sépia lembra bem tom de sonhos de ontem!
aliás, bom tom esse!
plena verdade.
beijos
della
E este Sol impõe a claridade
Pôs no celeste a Lua a bocejar
Perdi a conta das estrelas no céu
Ergui-me em bicos para as contar
Voa comigo sobre as emoções
Boa semana
Doce beijo
as folhas amarelecidas da tua história. a desfilar nos meus ouvidos. e as minhas mãos. a cada nota. a recrear sorrisos e vestidos. e os meus olhos a escutar a luz ensombreada do teu rosto. agora que me deixas desfilhar. em colcheias a cartografia da história de ti. tento escrever o compasso de semínimas. em que no mínimo. escuto o sorriso dos folhos da tua saia florida. além do amarelo das fotografias.
Fecho o album e pinto de vida a sépia que há em ti.
e de mão dada, meu amor, olhamos o futuro.
Enviar um comentário